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A obra de Jorge Amado
mereceu diversos prêmios nacionais e internacionais,
entre os quais destacam-se: Stalin da Paz (União Soviética,
1951), Latinidade (França, 1971), Nonino (Itália,
1982), Dimitrov (Bulgária, 1989), Pablo Neruda (Rússia,
1989), Etruria de Literatura (Itália, 1989), Cino del
Duca (França, 1990), Mediterrâneo (Itália,
1990), Vitaliano Brancatti (Itália, 1995), Luís
de Camões (Brasil-Portugal, 1995), Jabuti (Brasil,
1959, 1997) e Ministério da Cultura (Brasil, 1997).
Recebeu títulos
de Comendador e de Grande Oficial, nas ordens da Argentina,
do Chile, da Espanha, da França, de Portugal e da Venezuela,
além de ter sido feito Doutor Honoris Causa por
dez universidades, no Brasil, na Itália, em Israel,
na França e em Portugal. O título de Doutor
pela Sorbonne, na França, foi o último que recebeu
pessoalmente, em 1998, em sua derradeira viagem a Paris, quando
já estava doente.
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